Charles Trenet no Canadá

Uma canção – Que reste-t-il de nos amours ?

Amo a canção francesa, a língua francesa e esta canção, em especial. Tive o privilegio de pertencer a uma geração, em que a televisão pública, só existia essa, era um meio de divulgação de conteúdo de qualidade, sem critérios de lucro e do preconceituoso “gosto das massas”, sem filtros raciais, linguísticos ou de género musical. Em pleno fascismo!Hoje será 99% de música anglo-saxónica e preferencialmente … Continue a ler Uma canção – Que reste-t-il de nos amours ?

Santiago do Cacém, aguarela, Guy MOLL, commons.wikimedia.org

Domingo – Manuel da Fonseca

Manuel da Fonseca (1911-1993), nascido em Santiago do Cacém, foi poeta, contista, romancista, cronista e activista político, tendo colaborado em diversas publicações. Na obra de Manuel da Fonseca, considerado um dos vultos do neorrealismo literário português, o Alentejo é um lugar de crucial importância no seu universo, como vemos pela imagem que o autor projecta, assaz singular, íntima, profusamente descritiva, da província durante o Estado … Continue a ler Domingo – Manuel da Fonseca

José Duarte apresenta Jazzé e outras músicas, colectânea de textos publicados nos anos 80, Mário Pires, flickr.com

O Jazz à sexta – Cinco Minutos de Jazz

Homenagem a José Duarte, Jazzé Duarte, grande divulgador de Jazz, e autor do programa mais antigo da rádio “Cinco Minutos de Jazz“. “1, 2, 3, 4, 5 minutos de jazz“, assim começava o programa criado em 1966, na rádio Renascença, continuando depois em outras estações. Em 2016, comemorou-se os 50 anos dos ” Cinco Minutos de Jazz”. Quem quiser ouvir ou relembrar o modo descontraído … Continue a ler O Jazz à sexta – Cinco Minutos de Jazz

Guitarra Portuguesa, de Feliciano Guimarães, flickr.com

A Guitarra Portuguesa – Mário Pacheco

A Guitarra Portuguesa, tradicionalmente ligada ao fado, tem uma sonoridade única, e os seus agudos profundos, expressam bem a dor e o grito do fado. Mas, como instrumento de concerto, a solo, foi tocado por grandes Mestres da guitarra, destacando-se por exemplo, da Escola Coimbrã, Carlos Paredes. Mário Pacheco, instrumentista e compositor, com formação em guitarra clássica, ligado por tradição familiar ao fado, exprime aqui … Continue a ler A Guitarra Portuguesa – Mário Pacheco

Gueto de Varsóvia, 2ª Guerra Mundial

200 crianças mortas. Ouvindo Pink Floyd

200 crianças 200 crianças, disseram eles. Nem que fosse uma só criança. É como espezinhar um ninho no caminho e não olhar para trás. Como as vendetas que até o cão e o gato matam. A exterminação impiedosa, a carnificina sem critério, sem humanidade alguma. “A morte saiu à rua” “A las cinco de la tarde.” Mataram, queimaram, destruíram, mas não mataram a semente de … Continue a ler 200 crianças mortas. Ouvindo Pink Floyd

Abdullah Ibrahim (aka Dollar Brand), moers festival 2011

Agenda Cultural – 1

O Theatro Circo, em Braga, acolhe o regresso do ciclo de piano Respira!, entre 5 e 7 de Maio, com uma edição que inclui o francês Sofiane Pamart, o sul-africano Abdullah Ibrahim e uma instalação da norte-americana Diamanda Galás. Depois de uma interrupção de dois anos, devido à pandemia de covid-19, a sala de Braga organiza um Respira! com o cartaz “mais ambicioso de sempre”, segundo comunicado … Continue a ler Agenda Cultural – 1

Carlos Barradas, acordeonista

O Jazz à Sexta – João Barradas

João Barradas, é um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas europeus, movendo-se, simultaneamente, entre a música Clássica, o Jazz e a música improvisada. Venceu alguns dos mais prestigiados concursos internacionais, dos quais se destacam, entre outros, o Troféu Mundial de Acordeão, que vence por duas vezes, o Coupe Mondale de Acordeão, o Concurso Internacional de Castelfidardo e o Okud Istra International Competition. João Barradas é … Continue a ler O Jazz à Sexta – João Barradas

Vídeo de ucraniano_recitando_poema_em_meio_da_guerra

Amor em tempos de cólera

Não é o Romance  «O Amor nos Tempos de Cólera» de Gabriel García Márquez. É o Amor nos Tempos da Cólera, leia-se, da Guerra. E, parafraseando, Glória à Ucrânia! ESPERA-ME, poema de Konstantin Simonov (1915-1979), poeta, escritor e dramaturgo russo Espera-me. Até quando, não sei. Um dia, voltarei. Espera-me pelas manhãs vazias, nas tardes longas e nas noites frias, e, outra vez, quando o calor voltar. Ai, nunca … Continue a ler Amor em tempos de cólera