Convento Nossa Senhora Arrábida

Sebastião da Gama

“Pelo sonho é que vamos” O Poeta da Serra da Arrábida, onde vivia, guardião da sua Serra-Mãe, ambientalista fervoroso, esteve na origem, da Liga para a Protecção da Natureza, em 1948, a primeira associação ecologista portuguesa. Apesar da morte, estar presente, ainda que não de auto comiseração, devido à doença que o levaria muito novo, Sebastião da Gama, exaltava a vida e a natureza, com um … Continue a ler Sebastião da Gama

Discos de Bernardo Sassetti

O assassínio da vida

Não, não estou numa fase negra, nem de luto, só se for pelo SNS (serviço nacional de saúde), nem penso em suicídio, só quando me massacram acima dos limites, lá na diálise, o que só dura uma hora ou duas, depois passa.É que, deparei-me com o Bernardo Sassetti, a tocar a Noite, do filme Alice, filme multipremiado, que nunca vi, no You Tube, e fiquei … Continue a ler O assassínio da vida

Frutos da Taxus baccata,Teixo

Árvores de Portugal – Taxus baccata

E um poema de T. S. Eliot A Taxus baccata, de nome comum, Teixo, é uma espécie de gimnospérmicas arborescentes da família das taxáceas. As folhas são estreitas e aguçadas, sendo venenosas, contem taxina, podendo ser fatais se ingeridas em grande quantidade. O nome do género Taxus, deriva do grego Taxis, que significa “linha” pela disposição das suas folhas. Taxus pela dureza, resistência e flexibilidade da sua madeira para fazer … Continue a ler Árvores de Portugal – Taxus baccata

Menina no ballet

A dança

Não há nada melhor que dançar! Danço e me desentristeço, levito. Eu tinha que pôr o Erik Satie a dançar. É minimalista, mas eu adoro esta música “Gymnopedie No 1”. Assim como a dança. E identifico-me com a menina do poema. Sempre achei que o meu futuro, estava na dança ou no circo… é pena. A bailarina, de Cecília Meireles (poemas para crianças) Esta menina … Continue a ler A dança

Gaivota a voar

Volare

Descobri, quando procurava musicas de uso livre, esta bonita melodia, de Dee Yan-Key, e que me sugeriu, o voo das aves, esse dote fascinante e complexo. Aliás, é daí que vem a origem da palavra inveja… e da inveja, por vezes, sobrevêm o ódio, será por isso que os matam, os alvejam ? Mesmo sabendo que são espécimes em perigo? Música: Adagio primaverile por Dee … Continue a ler Volare

Moçambique III – Muhípiti

Nas férias fui servir de tradutora a uma jornalista austríaca, amiga da Cristina, que pretendia fazer uma reportagem sobre Moçambique. Apanhámos o voo para Nampula. Visitámos a Catedral de Nossa Senhora da Fatima, com pinturas de Sousa Araújo, e o Mercado onde se vendia pedras preciosas, olaria, esculturas, cestaria, uma grande variedade de peixe, hortícolas, mas com deficiente higiene. Comparando com o de Maputo, que … Continue a ler Moçambique III – Muhípiti

Anos 70

Anos 70 e Luís Vaz de Camões

Principais acontecimentos e escolhas pessoais: Política Nacional e Internacional Desvalorização do dólar – Crise do petróleo (a OPEP triplica o preço), Recessão – Crash da Bolsa Americana em 1973 – Watergate (Nixon) – Ditadura militar no Brasil – Aumento do terrorismo em alguns países Europeus – Japão e América Latina – Fim da Guerra do Vietname (1975) – Início da Guerra Soviético-Afegã (1979) – Guerra Civil no … Continue a ler Anos 70 e Luís Vaz de Camões

Imagem para o poema de Al Berto

Poesia de Al berto

Poema de Al Berto, dito pelo próprio. CD “Os poetas” . “Há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida” (Al Berto), disco “entre nós e as palavras” (1997) Música de Francisco Ribeiro “Há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida” há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida pensava eu…como seriam felizes as mulheres à beira-mar debruçadas para a luz caiada remendando o pano das … Continue a ler Poesia de Al berto

Livro A Guerra e os Homens, Coletânea

A minha Estante de Livros -1

Não é por vaidade ou pretensão. Até porque a memória deles já é muito escassa, mas alguma coisa deve ter ficado, espero, ainda que pouco visível… É preciso evocá-los e abri-los de vez em quando. Li muito, até começar a fazer hemodiálise, depois deixo quase tudo a meio, ou nem isso. Amo os livros, os bons livros, quase não dormia, por vezes, até chegar ao … Continue a ler A minha Estante de Livros -1

Luís Carlos Patraquim

7 Poemas de Luís Carlos Patraquim, poeta Moçambicano, para quem a “poesia é um estado contraditório de maravilhamento e de angústia”, um dos maiores da Língua Portuguesa. Patraquim tem uma arte poética bem calibrada, capaz de escrever poemas curtos muito expressivos e quase expressionistas, verbalmente densos e imprevisíveis, com uma aposta imagística eficaz. São poemas a que podemos aceder apenas pela sua força verbal, estribada … Continue a ler Luís Carlos Patraquim

Foto de António Gedeão

A Alquimia do Sonho

Canção de Manuel Freire sobre o poema “Pedra Filosofal”, publicado no livro Movimento Perpétuo, em 1956, do pedagogo, investigador de história da ciência, professor de físico-químicas e poeta, António Gedeão (Rómulo Vasco da Gama de Carvalho 1906 – 1997) Pedra Filosofal Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer, como esta pedra cinzenta em que me sento … Continue a ler A Alquimia do Sonho