Imagem para o poema de Al Berto

Poesia de Al berto

Poema de Al Berto, dito pelo próprio. CD “Os poetas” . “Há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida” (Al Berto), disco “entre nós e as palavras” (1997) Música de Francisco Ribeiro “Há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida” há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida pensava eu…como seriam felizes as mulheres à beira-mar debruçadas para a luz caiada remendando o pano das … Continue a ler Poesia de Al berto

Glen Gould

TV Anos 60 e 70 – 1

Glen Gould, Leonard Bernstein e Bach, uma trilogia perfeita, em 1960 na CBS Television. Provavelmente foi emitido na RTP, em plena ditadura e censura, onde desfilavam os melhores programas de Jazz, Opera, Grandes Orquestras, Teatro, Literatura, Cinema de alta qualidade, e outros relevantes. Lembro-me perfeitamente da série de programas didáticos de Leonard Bernstein, como uma verdadeira e entusiasta aula de música. Eu era uma miúda, … Continue a ler TV Anos 60 e 70 – 1

Livro A Guerra e os Homens, Coletânea

A minha Estante de Livros -1

Não é por vaidade ou pretensão. Até porque a memória deles já é muito escassa, mas alguma coisa deve ter ficado, espero, ainda que pouco visível… É preciso evocá-los e abri-los de vez em quando. Li muito, até começar a fazer hemodiálise, depois deixo quase tudo a meio, ou nem isso. Amo os livros, os bons livros, quase não dormia, por vezes, até chegar ao … Continue a ler A minha Estante de Livros -1

Raposa, Bordalo II

Artur Bordalo

Artur Bordalo, mais conhecido por Bordalo II, neto de Real Bordalo, Mestre Pintor que retratou as paisagens de Lisboa do século passado, em aguarela e óleo, nasceu em Lisboa em 1987, é um escultor e pintor de arte urbana. O seu material artístico é constituído por resíduos do lixo, com pintura, expressando desse modo um manifesto contra o excesso de consumo, a produção contínua e … Continue a ler Artur Bordalo

Salvador Sobral e Júlio Resende

Mano a Mano

Canção “Mano a Mano”, cantada por Salvador Sobral e António Zambujo. Letra de Maria do Rosário Pedreira e música de Júlio Resende. Júlio Resende no piano, André Rosinha no contrabaixo e Bruno Pedroso na bateria Mano a Mano Vim chorar a minha pena No teu ombro e afinal A mesma dor te condena Choras tu do mesmo mal Irmãos gémeos num tormento Filhos da mesma … Continue a ler Mano a Mano

José Mário Branco

José Mário Branco

Em Junho, celebra-se o solstício de Verão, as festas da fertilidade, dos Santos, António, João e Pedro, com as marchas e as folias, as fogueiras e as sardinhas. Aqui vai uma canção em tom de marcha popular, (o mesmo titulo do meu blogue), nomeando algumas freguesias e zonas de Lisboa (a negrito), no tom provocador e irónico, de José Mário Branco, saudoso e meu muito … Continue a ler José Mário Branco

Publicidade anos 20, Portugal

Ilustração Fotos Jornais Anos 20, Portugal

Os Loucos Anos 20 A liberdade e explosão criativa do pós-guerra (1ª guerra mundial 1914-1918) Jazz, Surrealismo, Dadaísmo, o Cinema, Chaplin, Art Déco, cabarés, charleston, Amália Rodrigues, Almada Negreiros, o automóvel, Reinaldo Ferreira – Repórter X, Raul Brandão, Vitorino Nemésio, Ferreira de Castro, António Ferro, José Régio, Salazar (1928), Gago Coutinho e Sacadura Cabral (1922), Paris Cidade-Luz, Futebol, Ciclismo, Parque Mayer, Beatriz Costa, e tantos … Continue a ler Ilustração Fotos Jornais Anos 20, Portugal

Foto de António Gedeão

A Alquimia do Sonho

Canção de Manuel Freire sobre o poema “Pedra Filosofal”, publicado no livro Movimento Perpétuo, em 1956, do pedagogo, investigador de história da ciência, professor de físico-químicas e poeta, António Gedeão (Rómulo Vasco da Gama de Carvalho 1906 – 1997) Pedra Filosofal Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer, como esta pedra cinzenta em que me sento … Continue a ler A Alquimia do Sonho

Pintura de Herberto Helder

Poesia de Herberto Helder

Minha cabeça estremece, poema dito pelo próprio, com Música: Rodrigo Leão e Gabriel Gomes Herberto Hélder Luís Bernardes de Oliveira (Funchal,1930-2015), poeta português. Poemacto (II), Contraponto 1961. Faixa do disco “Os Poetas: Entre nós e as palavras” (Sony, 1997). II Minha cabeça estremece com todo o esquecimento.Eu procuro dizer como tudo é outra coisa.Falo, penso.Sonho sobre os tremendos ossos dos pés.É sempre outra coisa, umasó … Continue a ler Poesia de Herberto Helder